DIU de cobre, prata e hormonal: saiba TUDO sobre eles

Entenda TUDO sobre TODOS os tipos de DIU

O DIU é um pequeno dispositivo em formato de T ou Y introduzido dentro do útero para a prevenção de gravidez. Cada vez mais mulheres tem procurado esse método anticoncepcional por sua longa duração. Também conta com boa adaptação pela variedade de tipos diferentes.

Quer saber mais sobre as diferenças do DIU de cobre, de prata, Mirena e Kyleena? Vamos te contar nesse post!

Quais são os tipos de DIU disponíveis e como eles funcionam?

Apesar de mudar pouco seu formato, o dispositivo tem composição variável e pode conter hormônios ou não. Atualmente, os principais tipos no mercado são:

  • DIU de cobre:

Livre de hormônios, libera pequenas quantidades de cobre. Isso causa algumas alterações no endométrio e um processo inflamatório no útero. Esse mecanismo faz com que o sistema reprodutor feminino fique incompatível com a sobrevivência dos espermatozoides e implantação para gestação.

Dispositivo de cobre
  • DIU de cobre com prata:

Como de cobre, produz o mesmo efeito de inflamação, o que deixa o ambiente inapropriado para a implantação. Porém, a prata faz com que o fluxo menstrual seja menor em comparação com o DIU de cobre isolado. Além disso, a prata na composição aumenta a eficácia do método contraceptivo por diminuir o risco de oxidação da parte de cobre e aumenta a durabilidade do dispositivo.

Dispositivo de cobre e prata

 

 

  • DIU hormonal Mirena (SIU):

Tem como mecanismo de ação a liberação de um tipo de progesterona chamada Levonorgestrel. Isso provoca alteração do muco cervical e da motilidade das tubas uterinas, além de afinar o endométrio, tecido que reveste o útero. Isso torna o ambiente uterino impróprio para a implantação. Juntos, esses mecanismos são eficazes para a prevenção de gravidez a e taxa de sucesso é semelhante a laqueadura tubária.

Esse tipo de DIU hormonal pode ser usado como tratamento em casos de mioma, endometriose, adenomiose, chegando a poupar até 70% das cirurgias.

SIU: dispositivo com hormônio
  •  DIU hormonal  Kyleena:

Assim como o Mirena, esse tipo de DIU libera progesterona dentro do útero, mas tem como diferença a quantidade de hormônio, que no Kyleena é menor. Além disso, esse dispositivo tem seu tamanho menor, característica importante para mulheres que nunca tiveram filhos porque se o útero for pequeno para o tamanho do DIU a mulher pode sentir mais desconforto e cólica, fatores que aumentariam a intolerância e o uso de medicamentos para dor. Somado a isso, o DIU grande pode facilitar a penetração de alguma haste dentro do miométrio furar o útero e, dessa forma, o Kyleena pode reduzir a chance de intercorrências.

Diferença de tamanho entre Mirena e Kyleena
  • DIU Jaydess

O Jaydess é uma nova opção de DIU hormonal que age por meio da progesterona Levonorgestrel associada ao cobre. Nesse sentido, o dispositivo atua espessando do muco cervical, reduzindo a proliferação do endométrio e inibindo a motilidade dos espermatozóides. Apesar de ter o modo de ação parecido com o Mirena, o Jaydess tem tamanho menor, sendo 4 mm mais estreito e 2 mm mais curto e, além disso, tem menor quantidade de hormônio.

Em relação a eficácia, o Jaydess garante que apenas 4 em cada 1000 mulheres engravidarão em 1 ano e consequentemente proporciona um alto índice de eficácia e longo tempo de proteção, já que depois de inserido dura até 3 anos.

Já sobre o padrão menstrual de quem usa o dispositivo Jaydess, é possível afirmar que os sangramentos tendem a ficar mais curtos e fracos, ainda que no início possam ocorrer escapes, ou seja, pequenos sangramentos entre ciclos. Além disso, cerca de 13% das mulheres tem a menstruação interrompida com Jaydess, mas grande parte afirma redução dos sangramentos e dos desconfortos pré-menstruais como cólicas.

Depois de inserido, o Jaydess libera de forma lenta e uniforme pequenas doses de progesterona, protegendo a mulher por esse mecanismo. Somado a isso, conta com a ação convencional do DIU de cobre, proporcionando efeito seguro devido sua ação inflamatória diretamente no útero.

Quais as vantagens e desvantagens de cada tipo de DIU?

 

O uso de qualquer tipo de DIU é interessante principalmente por sua longa duração. Nesse sentido, o DIU de cobre pode durar até 10 anos e o DIU de prata, DIU Mirena e DIU Kyleena tem duração de 5 anos. Sendo assim, a mulher tem um longo tempo de contracepção com alto índice de eficácia, mas o médico ginecologista deve acompanhar de perto a paciente para manter os ultrassons em dia e garantir o DIU bem posicionado. Além disso, o uso de DIU funciona porque não exige qualquer ação e manejo por parte da paciente. A exemplo disso, o uso de pílula anticoncepcional exige que a paciente se lembre de tomar diariamente, comprometendo a eficácia se a mulher se esquecer.

  • DIU de cobre

Falando do DIU de cobre, esse método tem como vantagem ser livre de hormônios e então a mulher não tem interferências no ciclo menstrual normal. Isso inclui a ausência de inchaço, alterações de libido, dores de cabeça e outros sintomas relacionados ao uso de métodos hormonais. O DIU de cobre também é uma das opções de método anticoncepcional utilizado durante o pós parto, já que não causa prejuízo para a amamentação. Como desvantagem, essa opção de DIU pode aumentar o fluxo menstrual em algumas pacientes. Isso leva a sangramentos mais intensos e maior intensidade de cólica.

Existem diferentes formatos de DIU de cobre, sendo eles em T, Y, ferradura ou ômega e são indicados pelo médico de acordo com uma série de fatores, como tamanho de cavidade uterina, se a mulher já teve filhos ou não, histórico de saúde e pós parto.

  • Mini DIU de cobre com prata

Esse dispositivo tem um fio de cobre no braço vertical e seu núcleo é de prata, combinação que  permite reduzir o grau de oxidação do cobre, diminuindo sintomas de fluxo aumentado e intensidade das cólicas menstruais. É ideal para mulheres jovens que possuem úteros pequenos ou que ainda não tiveram filhos. Tem durabilidade de 5 anos.

  • DIU Ômega

    Estrutura DIU Ômega

O formato ômega, também conhecido como ferradura, possibilita uma melhor adaptação intrauterina por ser flexível e então o dispositivo possui menor risco de deslocamento e expulsão, levando a maior tolerabilidade. Existe em 3 versões, utilizados com indicações diferentes:

Ômega e Mirena

-DIU de Cobre Andalan Comfort Cu375 para mulheres que já tiveram filhos e que possuem a cavidade uterina

(histerometria) de 6 a 9 cm. Durabilidade de 5 anos.

-DIU de Cobre Andalan Comfort Cu250 possui menor concentração de cobre que, em alguns casos, pode resultar menor intensidade de cólicas e também um fluxo menstrual mais ameno. Indicado para mulheres que pretendem engravidar em curto espaço de tempo. Durabilidade de 3 anos.

– Mini DIU de Cobre Andalan Comfort Cu375 para mulheres que nunca tiveram filhos ou que possuem a cavidade uterina de 5 a 7 cm. Durabilidade de 5 anos.

Diferentes tipos de DIU de cobre
  • DIU de cobre com prata

O DIU de cobre com prata também é um método não hormonal e por isso, esse método não influencia o ciclo menstrual da mulher. Sendo assim, ele não altera o peso e a libido. Nesse sentido, adição de prata na composição desse tipo de dispositivo é importante para a redução do fluxo menstrual e, além disso, diminui cólicas. Isso ocorre porque a prata diminui a oxidação do cobre. Esse mecanismo também é importante para aumentar a eficácia do método.

  • DIU Mirena

Já em relação ao Mirena, há a liberação de um hormônio sintético chamado Levonorgestrel, um tipo de progesterona. Isso interfere no ciclo da mulher, podendo causar inchaço, acne e alteração da libido. Além disso, podem ser observadas pequenas perdas de sangue chamadas de spotting, ainda que em muitos casos os sangramentos cessem. Inclusive, o uso do método interrompe a menstruação de 44% das usuárias após 6 meses de uso. Como benefício, o Mirena reduz o fluxo e a intensidade da menstruação e cólicas. Esse método também é indicado para o tratamento de endometriose e sangramento menstrual excessivo.

  • DIU Kyleena

Assim como o Mirena, o Kyleena é um método hormonal que libera pequenas doses de Levonorgestrel. No entanto, esse método tem como benefício a menor dosagem de hormônio utilizado. Em valores, o Mirena tem uma taxa de liberação de hormônio de 20 mcg por dia. Já o Kyleena libera 17,5 mcg nos primeiros 24 dias

Posição do DIU no útero

após a sua inserção, caindo para 15,3 mcg após 60 dias. Ainda assim, o Kyleena é eficaz na prevenção gestacional e atua na redução do fluxo menstrual e da cólica. Ademais, tem tamanho menor, o que diminui desconfortos e a chance de intercorrências como perfuração do útero:

Dimensões do Kyleena: 28mm de largura por 30mm de comprimento e 1,55 mm de espessura.

Dimensões do Mirena: 32mm de largura por 32mm de comprimento e 1,90 mm de espessura.

  • DIU Jaydess

Esse tipo de dispositivo tem como vantagens:

  • Qualidade de vida: podem ser observados benefícios adicionais ao método, como ciclos mais curtos e menos intensos, além de menos dores e cólicas, o que reduz o consumo de medicamentos.
  • Tamanho menor: interessante para pacientes que nunca tiveram filhos, já que apresentam tamanho de útero menor
  • Seguramente eficaz: proteção garantida com baixa dosagem hormonal, independente da idade e peso da mulher. Vômitos e diarreia não interferem na eficácia.
  • Dose baixa: conta com grande tolerabilidade devido à menor dosagem hormonal. Além disso, o método é livre de estrogênio, sendo adequado inclusive a mulheres com risco de trombose
  • Inserção menos dolorosa: o tamanho é menor, causando menos desconforto.
  • Removível a qualquer momento: pode ser removido em casos de intolerância ou quando a mulher desejar engravidar, sem que comprometa a fertilidade da paciente.

Já em relação às desvantagens, é possível que a mulher sinta alguns efeitos colaterais pelo uso da progesterona. Porém, por conter baixa dosagem de Levonorgestrel, os efeitos adversos geralmente são menores comparados ao uso de pílula anticoncepcional e ao DIU Mirena, sendo pouco relatados.

Quem não pode usar DIU?

Mulheres com anormalidades anatômicas do útero ou infecções ginecológicas ativas tem contraindicação para uso do dispositivo. Além disse houver suspeita de gravidez não se inicia o uso de nenhum método anticoncepcional. Mulheres alérgicas a cobre devem evitar o método com cobre na composição. Pacientes com histórico de câncer de mama e doenças hepáticas têm contraindicação para o uso de Mirena.

Quem nunca engravidou pode usar DIU?

Sim. Qualquer paciente que não tenha contraindicações pode usar, independente da idade ou se já teve filhos.

Quem nunca teve relação sexual pode usar DIU?

Não existe indicação para esse método em mulheres virgens. Nesse momento, outros métodos contraceptivos podem ser utilizados e, depois da primeira relação sexual, pode ser inserido.

Dispositivo Intrauterino

Quanto tempo depois de por DIU pode ter relação sexual?

Não há restrição de relação sexual após a inserção. Porém, para maior conforto da paciente, é aconselhável aguardar 24 horas.

Depois de quanto tempo de colocação do DIU estou protegida?

A paciente está protegida imediatamente após a inserção no caso do dispositivo de cobre, independente do período do ciclo menstrual.

Já com o Mirena, se a mulher estava menstruada e até o sétimo dia do ciclo menstrual, estará protegida imediatamente. Se o Mirena for colocado após o sétimo dia do ciclo menstrual deve-se aguardar 7 dias para ter relação sexual segura.

Vale lembrar que a segurança do método depende do posicionamento do dispositivo. Isso significa que para certificar que o dispositivo está no lugar deve-se acompanhar por ultrassom.

Qual é o melhor tipo de DIU?

Escolha do DIU baseada na necessidade da paciente

Depende! Essa pergunta precisa ser respondida por você em conjunto com o seu médico, já que toda mulher tem um tipo de corpo e uma necessidade diferente. Então, cada tipo de dispositivo age de uma forma se adaptando melhor a cada paciente e devido a isso seu histórico médico e pessoal é importante para definir qual é o melhor método para você. Dentro disso, tipo de fluxo e intensidade menstrual, regularidade de ciclos e vários outros fatores podem determinar o melhor método contraceptivo para o seu caso.

Existem vários tipos d
Diferentes tipos de DIU

Quem usa DIU menstrua?

O DIU de cobre e o de cobre com prata não interferem no ciclo menstrual por serem métodos não hormonais. Portanto, nesses casos a mulher ovula e menstrua normalmente.

Já o Mirena e o Kyleena são métodos hormonais e alteram o ciclo menstrual feminino e, sendo assim, a mulher pode menstruar ou não dependendo da reação de cada corpo ao hormônio. Cerca de 50 a 60% das mulheres que utilizam esse método param de menstruar e cerca de 90% percebem a redução do fluxo menstrual e portanto, é importante dizer que o uso do DIU não é uma promessa de ausência de menstruação, mas uma possibilidade. Além disso, o Mirena contém maior dosagem de hormônio e tem maiores chances de cessar a menstruação. Já o Kyleena, por conter menor quantidade de progesterona, também pode interromper a menstruação, mas com menos chances que o Mirena.

O DIU pode interromper a menstruação ou não

DIU é abortivo?

Não! O dispositivo pode durar de 5 a 10 anos ao ser inserido no útero, mas pode ser removido quando a mulher desejar engravidar. Então a fertilidade da paciente e o desenvolvimento fetal não são fatores influenciáveis pelo uso de DIU anteriormente.

DIU engorda?

Não, esse método não promove ganho de peso já que os dispositivos de cobre e de prata não alteram os hormônios e não promovem inchaço. Em contrapartida, o Mirena e o Kyleena, por conter hormônios, altera o ciclo da mulher e então pode levar a retenção de líquidos, o que leva a sensação de ganho de peso. Ainda assim, o aumento do volume corporal não é percebido por todas as mulheres que fazem uso de métodos hormonais e, portanto, depende da resposta individual de cada corpo.

Pode usar DIU durante a amamentação?

Sim! A inserção do dispositivo pode ser feita inclusive no período pós parto, sem maior risco de complicação. Por isso o momento mais indicado para a colocação é logo após a expulsão da placenta, mas em qualquer momento dentro de 48 horas após o parto pode ser colocado. Passado este período deve-se aguardar, pelo menos, 4 (quatro) semanas e então pode ser inserido.

Mitos X Verdades

  • O uso de DIU causa doença Inflamatória Pélvica: MENTIRA!

Quando colocado com o médico em local apropriado, não há aumento de risco de doenças e, além disso, deve-se associar o uso de preservativo para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Assim, não se percebe o aumento do número de infecções ou inflamações pelo procedimento de inserção ou pelo uso de DIU.

  • O uso de DIU torna a mulher estéril: MENTIRA!

O método não afeta a fertilidade da mulher e quando a paciente decide engravidar, deve apenas procurar seu médico e retirar o dispositivo para que, no próximo ciclo menstrual, o corpo já esteja se preparando para uma gravidez.

  • O uso de DIU aumenta o risco de contrair Infecções sexualmente transmissíveis (IST’s): MENTIRA!

Vale lembrar que o método previne apenas gravidez. Então, deve-se recomendar a associação do uso de preservativo em conjunto com o DIU para evitar ISTS

  • O uso de DIU não causa desconforto ou dor durante o sexo: VERDADE!

Uma pequena cordinha é deixada no colo do útero quando o dispositivo é inserido para facilitar a manipulação quando precisar tirar, por exemplo. Esse fio, entretanto, é aparado bem curto e nem a mulher e nem o parceiro devem senti-lo durante a relação sexual.

Qual DIU colocar pelo SUS?

Atualmente o SUS disponibiliza O DIU de cobre para adolescentes e mulheres de qualquer idade. Para isso, basta comparecer à UBS, marcar a consulta, fazer o exame preventivo e agendar a data de colocação do dispositivo.

Quanto custa colocar DIU Mirena, Kyleena, de cobre e de prata?

DIU ou pílula anticoncepcional: qual vale mais a pena?

O valor para a colocar o DIU gira em torno do preço do dispositivo somado ao preço cobrado pelo profissional para a inserção e, por isso, aqui vamos falar apenas do valor do dispositivo, já que o valor atendimento depende do local que a paciente escolher. Além disso, é importante dizer que esse é um método de longa duração. Nesse sentido, quando comparados às pílulas anticoncepcionais os valores podem parecer elevados. No entanto, o DIU dura de 5 a 10 anos, sendo comprado somente uma vez durante todo esse período.

No caso do DIU hormonal, tanto o Mirena quanto o Kyleena têm valores parecidos e podem custar de R$800,00 a R$1500,00. Já os métodos não hormonais costumam ser mais baratos. Os dispositivos de cobre tem seu valor próximo de R$100 a R$300,00, e o de cobre com prata de R$250,00 a R$450,00.

No entanto, vale lembrar que o SUS faz a inserção de DIU de cobre sem custos adicionais. Portanto, qualquer mulher pode ter acesso ao serviço público sem pagar nada a mais por isso.

Como é feita a colocação de DIU?

Colocação do dispositivo

Antes do procedimento, o médico ginecologista avaliará os antecedentes médicos e pessoais do paciente. Isso permite que ele entenda o risco benefício da escolha do DIU como método anticoncepcional. Além disso, exames para identificação de infecções sexualmente transmissíveis, gravidez e ultrassom transvaginal são necessários e após isso, o profissional pode inserir o dispositivo no interior do útero de forma segura e efetiva. Normalmente, o procedimento é simples e feito dentro do consultório médico.

Entenda o procedimento de inserção de DIU a partir desse vídeo:

Dói para colocar DIU?

A dor para a inserção é um fator que varia de acordo com a sensibilidade de cada mulher e normalmente há um leve incômodo que acontece durante a inserção. Também pode ocorrer cólica por alguns dias, mas a dor não é uma regra e varia de mulher para mulher. Sendo assim, muitas pacientes relatam não sentir desconforto algum e por isso a dor é bem individual. Além disso, há a possibilidade do uso de anestesias locais e medicações analgésicas que controlam a dor.

Precisa estar menstruada para colocar DIU?

Preferencialmente sim, já que nesse período o colo do útero fica mais dilatado, facilitando a inserção. Além disso, estar menstruada é uma garantia de que a paciente não está grávida, um dos pré-requisitos para iniciar o uso de um método contraceptivo.

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