Aleitamento materno com liberdade

Aleitamento materno

O aleitamento materno é uma experiência única e inesquecível, pois estabelece uma ligação muito íntima entre mãe e filho. Além de satisfazer as necessidades emocionais da mulher, também oferece segurança e equilíbrio ao bebê.

Benefícios do aleitamento materno para a mulher

São vários os benefícios do aleitamento para a mulher: a sensação que é do seu corpo que sai o alimento que vai nutrir seu filho aumenta a auto-estima materna. Amamentar ajuda a reduzir o sangramento pós-parto. Também reduz o risco de câncer de mama e ovário e ajuda a reduzir o peso adquirido na gravidez. O leite materno está sempre pronto, em qualquer hora e lugar, na temperatura ideal. Não precisa coar, ferver e nem esfriar.

Benefícios do aleitamento materno para o bebê

As vantagens para o bebê também são muitas. O leite materno é o alimento mais completo, pois contém todos os nutrientes para que o bebê cresça e se desenvolva com saúde. Protege contra doenças, infecções e alergias. Auxilia no desenvolvimento da face, contribuindo para uma boa dentição, respiração e fala.

Quando deve iniciar o aleitamento materno

A primeira mamada deve acontecer o mais precocemente possível, de preferência ainda na sala de parto. Esta símples medida tranqüiliza o bebê e aumenta o sucesso na continuidade do aleitamento materno.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ideal é que o bebê receba leite materno exclusivo nos seis primeiros meses de vida. Ele não precisa receber água, chás ou qualquer outro líquido.  A partir do sexto mês é recomendada a introdução de outros alimentos. Entretanto  o leite materno poderá ser oferecido até os dois anos de idade ou mais. O aleitamento deve ser mantido enquanto for possível e prazeroso para mãe e bebê.

Como deve ser o ritmo do aleitamento materno

Cada bebê tem seu próprio ritmo de amamentação e este deve ser respeitado. Ele deve ser alimentado sempre que pedir, sem horários preestabelecidos. Por isto é importante que a mulher tenha  liberdade para amamentar sempre que seja necessário.

Para isto é necessário que a lactante receba o apoio do companheiro, da família, da sociedade.  Ela deve ser protegida e o aleitamento materno aplaudido, como reconhecimento de sua importância  para a saúde física e mental de mães e bebês.

Amamentar não deve ser, jamais, uma obrigação: a mulher que se sente segura e amparada encontra na intimidade da amamentação um momento de entrega ao seu filho e uma oportunidade de crescimento como mãe.

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